Os produtos biodegradáveis vêm ganhado muita importância nos últimos tempos, visto o aumento da consciência da população mundial para a conservação do meio ambiente.

Nesse contexto, eles são imprescindíveis para a manutenção da biosfera em perfeito funcionamento, isto é, ajudam a permitir que a vida da forma que conhecemos hoje permaneça existindo. Eles são chamados assim graças à sua grande facilidade de se degradar por ação biológica, a exemplo da atividade de bactérias. Além de uma rápida decomposição, para serem classificados de biodegradáveis, não podem gerar resíduos poluentes que se acumulem na natureza. Em geral, os resultados da decomposição desses produtos são dióxido de carbono (CO2), água e material biológico. O que confere a eles a capacidade de serem reintegrados à natureza gerando o menor impacto possível aos seres vivos e ao meio ambiente.

Outro ponto importante é a origem da sua matéria prima, do que são feitos. Em grande parte, eles são produzidos a partir de produtos biológicos, por exemplo o plástico ecológico ou bioplástico, proveniente de resíduos vegetais como amido de milho, cana-de-açúcar, soja, arroz. Isso torna, também, seu processo de produção muito menos agressivo ao meio ambiente. Diferente do plástico proveniente do petróleo, por exemplo, que lança gases nocivos a camada de ozônio e dejetos sólidos com alta toxidade no seu processo de formação. Para serem comercializados como produtos ecológicos, devem-se seguir normas técnicas e padrões, como as preconizadas aqui no Brasil: ABNT, NBR 15448, entre outras regras. Com isso, recebem o selo de certificação que garante a sua origem ecológica.

Confira!